Bope e Batalhão de Choque do RS auxiliam em cerco após violento ataque a banco em Criciúma

A polícia de SC investiga a possibilidade dos criminosos terem se dirigido, por rodovias vicinais, em direção ao Estado gaúcho.

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O Bope (Batalhão de Operações Especiais) e o BPChoque (Batalhão de Choque) da Brigada Militar do Rio Grande do Sul estão prestando apoio à polícia de Santa Catarina. A ação é uma resposta ao violento ataque ao banco do Brasil de Criciúma, no Litoral Sul catarinense. Criminosos sitiaram o centro da cidade e deixaram dois feridos.

A polícia de SC investiga a possibilidade dos criminosos terem se dirigido, por rodovias vicinais, em direção ao Estado gaúcho. A última imagem registrada dos criminosos foi no município de Nova Veneza, cerca de 20 km de Criciúma. Eles abandonaram dez carros de luxo em uma área de mata no interior do município.

A rota mais provável envolve a cidade de Mampituba, na fronteira do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. Ao todo, mais de 200 policiais militares do Batalhão de Polícia de Choque, dos Comandos Regionais da Serra, Litoral e Rodoviário atuam na divisa dos Estados para reprimir uma eventual fuga para o RS. A segurança também foi reforçada na BR-101, principal rota entre a capital gaúcha e Florianópolis.

Tropas do Bope foram deslocadas para Criciúma, em suporte aos efetivos catarinenses. O objetivo é restabelecer a segurança, coibir novas ações e capturar os criminosos.

Ataque durou 2h

A quadrilha que realizou esse crime estava fortemente armada. Foram ouvidos disparos semelhantes aos de fuzil e de espingarda. A suspeita é que pelo menos 30 a 40 criminosos tenham participado do crime. Este é o maior

O Bope (Batalhão e Operações Especiais) e o Batalhão de Choque da Polícia Militar de Santa Catarina foram acionados. Efetivos de Florianópolis começaram uma operação para capturar os assaltantes.

Civis são presos

Quatro pessoas foram presas pela Polícia Civil e Polícia Militar de Santa Catarina após o ataque a banco em Criciúma. Eles recolhiam um malote deixado para trás pelos assaltantes que ficaram espalhadas em ruas próximas ao Banco do Brasil. Os presos foram capturados pelos primeiros efetivos que chegaram, com segurança, ao centro da cidade.

A Polícia Civil investiga a possibilidade da conexão dos detidos com o grupo criminoso que assaltou o Banco do Brasil.


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