Mulher acusada de sedar e matar marido incinerado dentro de fornalha em Dom Feliciano é absolvida

O crime teria ocorrido na localidade de Colônia Nova, no interior de Dom Feliciano, onde o casal morava. 

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Vítima teria sido queimada viva. Foto: Divulgação/Polícia Civil

 

Após 13 horas de julgamento,  mulher de 36 anos acusada de sedar e matar o marido incinerado dentro de uma fornalha em Dom Feliciano, na Região Sul do Rio Grande do Sul, foi absolvida na noite desta quarta-feira (27).

O crime teria ocorrido na localidade de Colônia Nova, no interior de Dom Feliciano, onde o casal morava em 2021.

O julgamento, que foi realizado em Camaquã, foi presidido pelo juiz Daniel de Souza Fleury.  Ele expediu o alvará de soltura. Cabe recurso da decisão. A mulher foi considerada inocente das acusações e teve um alvará de soltura imediata expedido.

Quando foi presa, de acordo com a polícia, a mulher relatou que cometeu o crime por ter sofrido agressões e ameaças do marido, Erni Pereira da Cunha,  43 anos, durante mais de duas décadas de relacionamento.

Em 2021, Cunha foi dado como desaparecido no dia 15 de fevereiro. No mesmo dia, a companheira foi até a delegacia para registrar ocorrência. Conforme a Polícia Civil, a mulher contou que misturou o medicamento Diazepam ao suco de laranja do marido.

Após beber o suco, ele ficou desacordado e foi colocado dentro de uma fornalha. Conforme as investigações, corpo do homem ficou queimando durante três dias.


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