Quer saber em que lugar do mundo encontramos “chuleta” de Salmão e muito mais?

Hoje a gente não vai falar sobre lugares para visitar, pontos turísticos, mas sobre as experiências com comidas e bebidas de diferentes das que estamos acostumados. Quando vamos para um lugar com cultura diferente já ficamos pensando sobre como vai ser se alimentar por lá. Se vamos nos adaptar a comida local ou vamos ter que viver de fast-food mesmo (tipo essas redes conhecidas, rsrsrs).

Nosso café para partir para Lisboa (Foto: Sem Roteiro)

A primeira experiência dos dois com comida diferente foi no Uruguai, não necessariamente juntos (infelizmente, sniff). Mas juntos começou pela Europa, em Lisboa. A gente viu muito peixe por lá (bastante salmão), duas coisas bem diferentes daqui é o armazenamento e o corte. Eles “guardam” eles em “vitrines” sem gelo (ao menos a gente não viu, rsrsrs). O corte também não é naquele padrão daqui de filé, eles cortam o peixe literalmente no meio, pois aquele espinhaço fica no meio do corte, tipo uma chuleta, só que de peixe.

Salmão com o corte de “chuleta” (Foto: Sem Roteiro)

Em muitos restaurantes em Lisboa, são indianos que atendem, a gente se viu em um pais de língua portuguesa podendo falar só em inglês pra se entender (rsrsrs). Escolhemos o restaurante no primeiro dia pelo que ele oferecia, comida portuguesa. A comida até era portuguesa, mas a gente esperava ser atendido por um cara gordinho e com um bigode (português legítimo sabe, rsrs) eram dois indianos, e a menina falava inglês pior que a gente (rsrsrs). Mas vamos deixar tudo no lugar, eles foram muito simpáticos enquanto a gente tentava se entender.

Uma coisa que aconteceu também foi pecar pelos falsos cognatos, fomos comer pasteis de bacalhau, mas na verdade eram só bolinhos mesmo. O único pastel que a gente já sabia que não era pastel foi o de Belém. Experimentamos eles em uma pastelaria perto do Castelo de São Jorge, ironicamente ela se chamava de Santo Antônio e tinha um presságio que dizia “Coma um pastel de nata e peça ao Santo Antônio um milagre” (fica a dica, rsrsrs).

Muita gente vai pra lá e quer comer o pastel de Belém naquela casa famosa que leva o nome deles. Ela fica próximo ao Mosteiro dos Jerônimos. Logo depois do almoço (um salmão tipo chuleta, rsrs), viramos a esquina e nos deparamos com aquela fila imensa. Como não estávamos com muito tempo (e nem disposição pra enfrentar a fila), passamos, vai ficar pra próxima. A gente não queria perder o pôr do sol na Torre de Belém. Depois até bateu um arrependimento, pois ficamos sabendo que o lugar é bem antigo e bem grande (tipo medieval). Mas foi a nossa escolha naquele momento!

Pastéis de Belém, com uma fila imensa (Foto: Sem Roteiro)

Teve uma coisa que salvou o nosso início de viagem, adivinhem? Sim, o CAFÉ. No segundo dia de viagem a gente estava muito cansado, do nível quase não conseguir falar. Um Starbucks salvou a gente, agora vocês sabem o porquê de a gente ter ficado “viciadinhos” (rsrsrs). Uma curiosidade, vimos muito pela rua carrocinhas com castanhas assadas, mas confessamos que apesar de sermos de provar coisas diferente, o cheiro não era nada bom, então, resolvemos deixar pra lá mesmo.

Nosso vício e Salvação, Café! (Foto: Sem Roteiro)

Agora vamos ao que também é muito importante na hora de comer, pagar (rsrs). O custo pra comer lá é bem baixo, claro você gasta. Muitas pessoas quando viajam pensam que gastam muito com comida, tipo gastar em torno de 80 reais para um almoço com salmão para um casal, me diz onde que você come isso no Brasil? Então a conclusão, não é caro não, só é questão de parar e pensar, aqui não se torna caro porque você não faz todas as suas refeições na rua como em uma viagem. Então, fica aí a dica!

(Foto: Sem Roteiro)
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