Vandalismo em reservatórios prejudica abastecimento na Restinga

Furto de sensores prejudica o trabalho dos operadores do Dmae. Foto: Joel Vargas/PMPA

A prefeitura informou que a comunidade da Restinga poderá ser prejudicada por falta de água devido aos atos de vandalismo contra unidades do Dmae, praticados dentro do próprio bairro. Desde terça feira (25), vem ocorrendo o furto de sensores nos três reservatórios localizados na alameda Cecílio Monza.

Os sensores são aparelhos eletrônicos indispensáveis para os técnicos do Dmae regularem o nível da água (mais cheio/menos cheio) que será distribuída à população local. Ou seja, o sensor no reservatório envia um sinal remoto desde a Restinga até o Centro de Controle Operacional, informando o status atualizado da reservação a cada minuto. Sem a informação dos sensores, os operadores do Dmae trabalham às cegas, sem saber se os reservatórios têm água suficiente para abastecer as economias da região. Os sensores de nível funcionam como boias.

Reservatórios novos

Os três reservatórios foram inaugurados em maio de 2016. Eles ampliaram em 70% a capacidade de reservação do Subsistema Restinga. O maior deles armazena 1.900 m³ de água, o equivalente a 1,9 milhão de litros. Os outros dois reservatórios têm capacidade para 815 m³, ou 815 mil litros de água cada um. O conjunto de reservatórios beneficia mais de 150 mil moradores da Restinga.

O Dmae diz que espera a colaboração da comunidade da Restinga para coibir e avisar sobre eventuais depredações aos seus equipamentos.

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