Novos secretários estaduais tomam posse

Secretários já haviam sido anunciados. Após a posse, participaram de seminário. Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini

O governador José Ivo Sartori empossou oficialmente, nesta quarta-feira (11), os novos secretários de Estado que foram anunciados ao longo do mês de março e abril. As mudanças se deram porque os titulares que ocupavam os cargos até então se desvincularam do governo para concorrer nas eleições de outubro. Ao todo, foram dez trocas em ato na Casa da Música da Ospa, no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre.

Tomaram posse os secretários da Casa Civil, Cleber Benvegnú; de Planejamento, Governança e Gestão, Josué Barbosa; da Fazenda, Luiz Antônio Bins (interinamente); de Comunicação, Isara Marques; do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Evandro Fontana; de Obras, Saneamento e Habitação, Sandro Boka (interinamente); da Saúde, Francisco Paz; da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Odacir Klein; dos Transportes, Humberto Canuso; e o secretário Extraordinário de Assessoramento Superior do Gabinete do Governador, Idenir Cecchim.

Sartori agradeceu o empenho do grupo de secretários que deixa o governo do Estado, e a necessidade de continuar o trabalho que tem sido feito porque “a travessia não terminou”.

“Agradeço pela disposição para o enfrentamento dos problemas que encontramos. Pela parceria e pelo legado que vocês ajudaram a construir. Não para o nosso governo, mas para o futuro da sociedade gaúcha”, afirmou.

Sartori ressaltou que os desafios não podem acabar e que as novas ideias e propostas serão fundamentais nesse processo. “Ainda temos muito a fazer. E reafirmo: seguimos determinados a promover mais e novas mudanças positivas no Estado. Todos nós queremos um Estado mais eficiente, e isso só será possível se tivermos coragem, atitude, e união para encarar os desafios que estão pela frente”, reiterou.

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O novo secretário da Casa Civil, Cleber Benvegnú, destacou o que chamou de “trabalho honesto, corajoso, sério, verdadeiro e resiliente” da equipe de trabalho que contribuiu para o secretariado e fez ressalvas sobre o futuro.

“Fazer o que precisa ser feito significa dizer não mais do que dizer sim, não aceitar a zona de conforto, viver a virada de um ciclo da vida social e econômica do Estado e do país. Assimilar e promover mudanças, mesmo em ano de eleição”, disse.

“Vamos fazer o que falta ser feito, cabe a nós seguir a missão. Tocar a RS-118, construir mais Centros da Juventude, escolas, avançar no cercamento eletrônico, entregar projetos de concessão, parcerias público-privadas do saneamento e aderir ao Regime de Recuperação Fiscal. O RS tem pressa e ainda muito por fazer. Decidimos enxergar lá na frente e não apenas o cotidiano porque aceitamos combater o combate, romper as velhas práticas, modernizar o Estado e fazer gestão cuidando de quem mais precisa”, completou o secretário.

João Gabbardo dos Reis, que deixou a Secretaria da Saúde, falou em nome dos secretários que integraram o governo, considerado por ele uma gestão marcada “por homens e mulheres que deixaram em segundo plano a popularidade pessoal para fazer o que precisava ser feito, mesmo com atitudes impopulares que não representam benefícios imediatos”.

Após a solenidade, ocorre no mesmo local o 5º Seminário de Governo. O evento com tema ‘O futuro já começou’ é interno e reúne dirigentes da administração direta e indireta do Executivo estadual para avaliar as realizações de cada pasta desde 2015 e discutir os projetos em andamento para o Rio Grande do Sul.