Sobe para 106 número de casos de varíola dos macacos no Rio Grande do Sul

Outros 286 casos suspeitos de varíola dos macacos estão em investigação.

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Passados três meses do primeiro caso registrado, o Rio Grande do Sul tem, agora, mais de 100 casos confirmados de varíola dos macacos. O Estado chegou a 106 casos de monkeypox. Outros 286 casos suspeitos estão em investigação.

A atualização foi feita em um boletim divulgado pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde. Ao todo, 24 municípios gaúchos já registraram a doença. Porto Alegre é a cidade com maior incidência, com 57 casos.

A transmissão é considerada comunitária no Estado desde o dia 18 de agosto. Este quadro se configura quando não é possível identificar a origem da infecção.

Casos de varíola dos macacos por cidade do RS:

  • Alvorada: 1
  • Campinas do Sul : 1
  • Campo Bom: 2
  • Canoas: 8
  • Carlos Barbosa: 1
  • Caxias do Sul: 4
  • Esteio: 1
  • Farroupilha: 1
  • Garibaldi: 3
  • Gramado: 3
  • Igrejinha: 3
  • Marau: 1
  • Monte Belo do Sul: 1
  • Novo Hamburgo: 5
  • Parobé: 1
  • Passo Fundo: 1
  • Porto Alegre: 57
  • Santa Maria: 1
  • Santo Ângelo: 1
  • São Leopoldo: 1
  • São Marcos: 1
  • Sapiranga: 1
  • Uruguaiana: 2
  • Viamão: 5

Entenda a doença

O que é? 

A varíola dos macacos é uma doença causada pelo vírus Monkeypox.

Sintomas principais: 

Erupção cutânea (lesões, bolhas, crostas) em diferentes formas. Podem afetar todo o corpo, incluindo rosto, palmas e plantas e órgãos genitais.

Outros sintomas frequentes: 

Febre, dor de cabeça, inchaço dos gânglios linfáticos, dor nas costas, dores musculares e falta de energia. Todas as pessoas que forem expostas ao vírus podem se infectar e desenvolver a doença, independentemente de idade, sexo ou outras características.

Como é transmitida? 

A Monkeypox é transmitida principalmente por meio de contato direto ou indireto com gotículas respiratórias (saliva, muco nasal), mas principalmente através do contato com lesões de pele de pessoas com monkeypox ou com objetos e superfícies contaminadas. O período de transmissão da doença se encerra quando as crostas das lesões desaparecem.

Como prevenir? 

Fazendo o uso de máscaras e higienizando as mãos.


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