Confirmado quarto caso de varíola dos macacos no Rio Grande do Sul

A doença causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo

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A SES (Secretaria Estadual da Saúde) confirmou o quarto caso de varíola dos macacos no Rio Grande do Sul. Segundo a pasta, trata-se de um homem morador da região metropolitana de Porto Alegre, que viajou ao exterior.

Entre as demais pessoas diagnosticadas com a doença no Estado, constam outro homem residente na Região Metropolitana, um homem morador do exterior que esteve em visita à região e uma mulher moradora de Uruguaiana. 

A secretaria não divulgou a idade e o estado de saúde deste paciente mais recente, mas afirma que já realizou o atendimento aos pacientes e que monitora os quatro indivíduos diagnosticados com a doença.

A monkeypox, conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral, e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados.

A doença causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. Quando a crosta desaparece, a pessoa deixa de infectar outras pessoas. O período de incubação é de seis a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

Como os casos são definidos

Caso considerado suspeito:

Pessoa que, a partir de 15/3/2022, apresente início súbito de erupção cutânea aguda sugestiva de monkeypox, única ou múltipla, em qualquer parte do corpo, associada ou não a adenomegalia ou relato de febre. E um dos seguintes vínculos:

  • Histórico de viagem a país endêmico ou com casos confirmados de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas
  • Histórico de contato íntimo com desconhecido/a(s) e/ou parceiro/a(s) casual(is), nos últimos 21 dias que antecederam o início dos sinais e sintomas
  • Ter vínculo epidemiológico com casos confirmados de monkeypox, desde 15/3/2022, nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas

    Ou ainda:

  • Ter vínculo epidemiológico com pessoas com histórico de viagem a país endêmico ou país com casos confirmados de monkeypox, desde 15/3/2022, nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas

Caso confirmado:

  • Indivíduo que atende à definição de caso suspeito com resultado/laudo de exame laboratorial “positivo/detectável” para monkeypox vírus (MPXV) por diagnóstico molecular (PCR em tempo real e/ou sequenciamento).

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