Tecnologia inovadora será utilizada em pacientes do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre

Segundo a Prefeitura de Porto Alegre, a iniciativa consiste em projeto-piloto inovador que será desenvolvido no Hospital de Pronto Socorro.

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Um sensor sem fio instalado junto ao paciente irá indicar ao profissional de saúde se há algum risco de queda e o tempo correto para reposicionar a pessoa no leito, evitando lesões e dando mais segurança aos atendimentos.

Segundo a Prefeitura de Porto Alegre, a iniciativa consiste em projeto-piloto inovador que será desenvolvido no Hospital de Pronto Socorro da Capital de junho a dezembro, a partir de parceria com a Intellectos Centro de Pesquisa e Inovação e a startup Stakecare.

O lançamento ocorreu em evento no Instituto Caldeira, bairro Navegantes, como parte da programação da Semana da Enfermagem. O secretário municipal de Saúde, Mauro Sparta, saudou o emprego de tecnologias de ponta no cuidado em saúde.

“É uma satisfação ver que as novas tecnologias estão a serviço das pessoas, viabilizando um atendimento mais seguro para pacientes e profissionais”, afirmou o gestor.

A diretora-geral do hospital, Tatiana Breyer, diz que as equipes estão muito otimistas. “Estamos confiantes de que o dispositivo irá facilitar o cuidado de enfermagem e o manejo dos pacientes, reduzindo complicações durante a internação especialmente em dois fatores de risco, a queda e a úlcera de pressão”, destacou.

“O sensor Stakecare é composto por um dispositivo conectado ao paciente com acompanhamento feito através de aplicativo, que pode ser instalado em smartphones e tablets com acesso wi-fi ou bluetooth”, explicou o CEO da Stakecare, Delmonte Friedrich.

Com o sensor de movimento do aparelho, o profissional de saúde consegue monitorar a forma como o paciente se move no leito. “No dashboard, aparece o avatar do usuário e as movimentações em tempo real, com a possibilidade de ajustar os tipos de movimentos seguros”, comentou.

O hardware também permite acompanhar medicamentos e dosagens prescritas, horários ministrados, temperatura corporal, oximetria e batimentos cardíacos.

Conforme a prefeitura, durante seis meses, serão realizadas avaliações a partir da utilização do novo dispositivo em pacientes da unidade de internação do segundo andar do hospital.

“Com base na análise dos resultados, iremos avaliar os benefícios aos pacientes com o uso da nova tecnologia, com a possibilidade de expandir a outras unidades de internação do hospital”, afirma a diretora de enfermagem, Gladis Jung.


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