Romildo Bolzan Jr. define permanência no Grêmio e rechaça possibilidade de concorrer a governador do RS

A informação foi confirmada na tarde desta quinta-feira (12), em uma coletiva que, somada a explanação inicial com as perguntas dos repórteres, durou pouco menos de trinta minutos

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O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr., pôs fim às especulações sobre seu futuro e garantiu que não irá deixar o comando do clube para se candidatar ao governo do Estado do Rio Grande do Sul. A informação foi confirmada na tarde desta quinta-feira (12), em uma coletiva que, somada a explanação inicial com as perguntas dos repórteres, durou pouco menos de trinta minutos.

“Todo mundo sabe que sou um militante político, tenho militância política, sou filiado a um partido político, e não vejo nisso absolutamente nenhum crime, nenhuma desonra. Ao contrário, estar posicionado politicamente na sociedade e ter uma posição sobre aquilo que tu tem visão de mundo eu acho uma coisa extremamente meritória, independente de qual seja. O que tem que existir é um ambiente respeitoso do ponto de vista democrático”, disse o presidente na abertura da coletiva.

Além disso, Romildo confirmou que de fato recebeu um convite do PDT, partido ao qual é filiado, para concorrer ao governo do Estado. Porém, após uma avaliação, que concordou ter sido demorada, decidiu por terminar seu mandato no Grêmio. Ele destacou que, em seu período à frente do Tricolor, não viveu só vitórias, e que “nesse momento o mais importante é reconstruir o tropeço”.

Perguntado sobre a possibilidade de ter dividido as atenções por estar focado em ser candidato a governador, Romildo negou que isso tenha acontecido. “Eu tenho pauta aberta para quem pede, recebi prefeitos de vários partidos, gente de todos os partidos, gente que por ser gremista, independentemente de sua posição política. Eu vou recusar um pedido de visita? Não. Não recusei nunca pra ninguém. Isso passou a ser pauta por isso, porque o cara tem militância política, passou a ser um crime. Não é crime”, falou de forma enfática o presidente do Grêmio.

De sua parte, Romildo lembrou que para estar no Grêmio renunciou à presidência do PDT. “Esse é o exemplo maior que pode ser dado porque a partir daquele momento na minha vida eu tinha exclusivamente uma missão que era ser presidente do grêmio e pretendo concluí-la”, concluiu.


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