Polícia Civil recebe nova denúncia sobre pedras jogadas contra carros na ponte do Guaíba

Em junho do ano passado, uma mulher morreu após o veículo onde ela estava ser atingido por paralelepípedo na mesma região.

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A Polícia Civil recebeu novas denúncias sobre pedras jogadas contra veículos que passam pela ponte do Guaíba, em Porto Alegre. Ao menos seis veículos teriam sido atingidos na noite de quarta-feira (5). Em junho do ano passado, uma mulher morreu após o veículo onde ela estava ser atingido por paralelepípedo jogado propositadamente da passagem.

Conforme a corporação, um motorista foi até a Delegacia de Polícia após ter o veículo atingido entre a saída da FreeWay e a avenida Castello Branco. Os ataques ocorreram entre 21h45 e 22h15. No entanto, conforme a PRF (Polícia Rodoviária Federal), ao menos seis veículos foram atingidos: quatro carros, uma ambulância e um ônibus. Não há registro de feridos.

O ataque que resultou na morte de Munike Fernandes Krischke, 45 anos, ocorreu por volta das 21h do dia 12 de junho de 2021, dia dos Namorados. Uma pedra grande foi jogada de uma das alças de acesso à Ponte do Guaíba.

O relato policial aponta que o marido da vítima conduzia o veículo no sentido Litoral-Capital. Próximo da ponte do Guaíba, ele foi surpreendido pelo impacto de uma pedra. Quando olhou para o lado, encontrou a esposa desacordada. O paralelepípedo jogado contra o veículo ficou dentro do carro, nos pés da vítima. Munike chegou a ser internada no HPS (Hospital de Pronto-Socorro), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte.

À época, a PRF foi acionada, mas não encontrou nenhum suspeito no local do ataque, próximo da Ponte do Guaíba. Várias operações ocorreram na região, mas o responsável pelo ataque que causou a morte de Munike não foi identificado.


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