Mulher morre após carro ser atingido por paralelepípedo na FreeWay, em Porto Alegre

A vítima chegou a ser socorrida, encaminhada ao HPS (Hospital de Pronto-Socorro) de Porto Alegre, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo (13). 

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A Polícia Civil está investigando a morte de uma mulher de 45 anos em Porto Alegre. Ela era passageira de um carro que foi atingido por um paralelepípedo na noite de sábado (12). A vítima chegou a ser socorrida, encaminhada ao HPS (Hospital de Pronto-Socorro) de Porto Alegre, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo (13).

Conforme a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o caso ocorreu por volta das 21h, próximo das alças de acesso à Ponte do Guaíba. O relato policial aponta que o marido da vítima conduzia o veículo no sentido Litoral-Capital. Próximo da Ponte do Guaíba, ele foi surpreendido pelo impacto de uma pedra. Quando olhou para o lado, encontrou a esposa, Munike Fernandes Krischke, de 45 anos, desacordada. O paralelepípedo jogado contra o veículo ficou dentro do carro, nos pés da vítima.

Ele conseguiu levar o veículo até o HPS, que fica na esquina das avenidas Osvaldo Aranha com Venâncio Aires, no bairro Santana. Munike foi atendida e internada. No entanto, não resistiu aos ferimentos causados pelo impacto da pedra e faleceu na manhã deste domingo (13). Além do esposo, ela deixa um filho de seis anos.

A PRF foi acionada, mas não encontrou nenhum suspeito no local do ataque, próximo da Ponte do Guaíba. A principal hipótese é que ladrões tenham usado a pedra de grande porte para tentar obrigar o motorista a parar e, assim, assaltá-lo. A orientação da PRF, em casos semelhantes, é não parar o veículo. Outra possibilidade, menos provável, é a queda do material que estava sobre o viaduto.

Câmeras que poderiam auxiliar na identificação do que ocorreu não estão disponíveis. A CCR ViaSul, que opera a FreeWay não tem equipamentos de videomonitoramento no local. A Polícia Civil investiga o caso, através da 2ª Delegacia de Homicídios de Porto Alegre, mas não tem suspeitos da eventual autoria. Caso seja confirmada a tentativa de assalto, quem deve assumir a investigação é o Departamento de Polícia Metropolitana.


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