Estabelecimentos comerciais são fechados em Porto Alegre por descumprimento de decreto estadual

Guarda Municipal fecha 26 estabelecimentos comerciais em Porto Alegre

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A Guarda Municipal de Porto Alegre fechou pelo menos 58 estabelecimentos comerciais desde a noite da última esta sexta-feira (26/2), por descumprimento do decreto estadual que proíbe o funcionamento do comércio entre 20h e 5h. O número de denúncias passou de cem.

Na sexta-feira à noite, na zona sul, foram fechadas uma lanchonete na avenida Cavalhada, que estava atendendo em sistema drive-thru, e uma loja de conveniências de um posto de combustíveis. Já na noite de sábado, 27, os agentes interditaram mais de 20 estabelecimentos comerciais.

A operação especial conjunta com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e Brigada Militar fiscalizou o cumprimento das normas da bandeira preta do Sistema Estadual de Distanciamento Controlado. O foco foi coibir as aglomerações nos bairros Menino Deus, Glória, Nonoai, Cavalhada, Ipanema, Tristeza, Cristal, Cidade Baixa, Moinhos de Ventos, Bom fim, Rio Branco e Santa Cecília.

Bares, lancherias, lojas de conveniência e pizzarias que estavam abertos foram orientados a fechar. Três jogos de futebol que ocorriam em quadras do Parque Marinha do Brasil, avenida Juca Batista e na rua Otavio Santos foram encerrados.

No domingo, 28, a Guarda Municipal fechou três comércios que estavam funcionando após as 20h. Foram fechados uma pastelaria, na rua Joaquim Nabuco; uma loja de bebidas, na avenida Oscar Pereira; e uma cancha de bocha, na rua Afonso Lourenço Mariante. Os donos acataram a determinação dos agentes e suspenderam as atividades.

Um salão de beleza, na avenida Nilo Peçanha, que no dia anterior havia sido orientado a fechar, foi novamente denunciado por estar aberto. Ao atender a ocorrência, a Guarda Municipal não confirmou a infração. Durante o jogo do Grêmio x Palmeiras, na noite de domingo, não foram registradas aglomerações e autuações.

No total, já foram realizadas 177 vistorias em estabelecimentos de comércio e serviço, seja na rua ou em shoppings, em vários bairros da cidade. Estão permitidos apenas os considerados essenciais. Denúncias podem ser feitas pelos telefones 156 ou 153.


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