Mutirão para vacinar para profissionais de saúde é adiado em Porto Alegre

Desaviados sobre a decisão da Prefeitura, alguns profissionais de saúde foram até o posto do bairro IAPI, mas não receberam as doses. 

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A Prefeitura de Porto Alegre adiou o mutirão para vacinar profissionais de saúde contra a Covid-19. A medida foi tomada na noite de ontem (9), mas os reflexos ocorrem na manhã desta quarta-feira (10). Desaviados, alguns profissionais de saúde foram até o posto do bairro IAPI, mas não puderam receber as doses.

Conforme o secretário de Saúde, Mauro Sparta, o município só irá retomar o mutirão quando houver plenas condições de transparência sobre o processo de imunização. Ou seja, a Prefeitura quer critérios claros para a seleção aos pretendes da vacina. Eliminando, assim, qualquer possibilidade de favorecimentos, como os chamados “fura-filas”.

“É dever do Município conduzir este processo com toda transparência, evitando distorções que comprometam o programa de vacinação que é baseado nos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde”, explica o secretário Mauro Sparta.

A Secretaria Municipal da Saúde afirmou que “fará um intenso trabalho com as entidades de classe para determinar um processo adequado de seleção e estabelecer um novo cronograma de vacinação”.

A aplicação de doses segue ocorrendo em hospitais, entretanto, naqueles profissionais que são da linha de frente contra a covid-19.

Confira a nota da Prefeitura de Porto Alegre

Diante das dificuldades para contemplar com justiça e segurança as diversas categorias de profissionais de saúde no processo de vacinação contra a Covid-19, a Prefeitura de Porto Alegre decidiu suspender a programação de vacinação prevista para ser realizada a partir desta quarta-feira, 10, no Centro de Saúde IAPI. A imunização continua acontecendo nos hospitais que receberam doses para suas equipes.

O objetivo é executar a ação só quando houver plenas condições de transparência, para garantir vacinação com critérios claros de seleção, que eliminem qualquer possibilidade de favorecimentos, como os chamados fura-filas. 

“É dever do Município conduzir este processo com toda transparência, evitando distorções que comprometam o programa de vacinação que é baseado nos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde”, explica o secretário Mauro Sparta.

A Secretaria Municipal da Saúde fará um intenso trabalho com as entidades de classe para determinar um processo adequado de seleção e estabelecer um novo cronograma de vacinação. 


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