Santa Casa incorpora ferramenta suíça para recrutamento de pacientes para estudos clínicos

As pesquisas são nas áreas de cardiologia, oncologia, nefrologia, pneumologia, infectologia, hipertensão pulmonar, pediatria, endocrinologia e terapia intensiva.

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A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre conduz, atualmente, 110 estudos clínicos patrocinados pela indústria farmacêutica.

As pesquisas são nas áreas de cardiologia, oncologia, nefrologia, pneumologia, infectologia, hipertensão pulmonar, pediatria, endocrinologia e terapia intensiva.

São estudos que buscam novos tratamentos, capazes de controlar os sintomas dos pacientes, curar e prevenir doenças, restabelecendo a saúde das pessoas.

A fim de facilitar a captação de pacientes elegíveis para participarem desses estudos, a Santa Casa incorporou a plataforma Patient Network.

Segundo o hospital, a ferramenta combina os protocolos do estudo dos patrocinadores com os dados anônimos dos pacientes na rede de hospitais da Clinerion, empresa com sede na Suíça que acelera as pesquisas clínicas e o acesso médico a tratamentos para pacientes.

Integração

Na Santa Casa, a ferramenta está integrada ao Tasy, sistema de registro de prontuário que reúne informações de todos os pacientes dos nove hospitais que integram a instituição, a fim de facilitar a participação destes pacientes em estudos clínicos.

“As pesquisas clínicas visam a melhoria da qualidade de vida das pessoas. A Patient Network irá promover agilidade no início dos estudos através da seleção automatizada dos pacientes elegíveis para participarem das pesquisas”, disse Antônio Kalil, diretor médico da Santa Casa.

“Atingindo um maior número de pessoas que poderão ser beneficiadas, seja através de tratamentos que visam a sua recuperação, bem como a melhoria do seu problema de saúde”, completou.

Conforme explica a coordenadora de Ensino e Pesquisa da Santa Casa Roberta de Almeida da Silva, antes da implantação da ferramenta a busca de pacientes para participação em estudos clínicos era manual, através do prontuário eletrônico e do CID.

“Os resultados, muitas vezes, ficavam comprometidos devido a possíveis falhas de registros, além de levar muito mais tempo, quando, na verdade, o processo deveria ser finalizado com agilidade”, afirmou.

 


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