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Oito regiões do RS ficam na bandeira vermelha de distanciamento controlado

Dentre elas estão Porto Alegre e região metropolitana, onde a pandemia está se agravando

Oito regiões do Rio Grande do Sul continuam em bandeira vermelha, ou seja, com risco alto de transmissão e baixa capacidade de atendimento a pacientes com coronavírus. Dentre elas, estão Porto Alegre e região metropolitana, que apresentam agravamento da pandemia, com aumento de casos e de internações. O número final, no entanto, é bem diferente do previsto preliminarmente, quando 90% do Estado ficou sob a bandeira vermelha.

As regiões que seguem no terceiro patamar de restrições às atividades são Porto Alegre, Canoas, Capão da Canoa, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Palmeira das Missões, Passo Fundo e Taquara. O novo mapa do distanciamento controlado foi divulgado nesta segunda-feira (20).

Ao todo, 10 regiões do Estado que estavam em bandeira vermelha no mapa preliminar, divulgado no sábado (18), tiveram recursos avaliados. É o caso das regiões de Santa Maria, Uruguaiana, Santo Ângelo, Cruz Alta, Ijuí, Santa Rosa, Erechim, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul e Lajeado. Todas seguem bandeira laranja, que aponta risco médio para contágio da doença e relativa capacidade de atendimentos aos pacientes.

A mudança ocorreu após a o Estado receber 59 reclamações de prefeituras e associações de municípios. Mesmo com o avanço da doença pelo interior do Estado, as administrações seguem recorrendo das medidas mais restritivas orientadas pelo Piratini. Parte delas conseguiu reverter a situação desfavorável, por causa das regras de distanciamento que levam em conta a capacidade hospitalar e o número de casos e mortes.

Outras, no entanto, não conseguiram a reversão da bandeira vermelha. É o caso da microrregião de Taquara, que está inserida dentro da macrorregião Metropolitana. O mesmo ocorre com a macrorregião da Serra Gaúcha, que tem recorrido todas as vezes que lhe é imposta a segunda bandeira mais rígida.

 

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