fbpx

Cheia do rios Taquari e Caí deixa mais de 2,5 mil pessoas fora de casa

São Sebastião do Caí e Lajeado são as cidades mais afetadas
Sobrevoo de Eduardo Leite na região afetada pela cheia do rio Taquari. Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini
Sobrevoo de Eduardo Leite na região afetada pela cheia do rio Taquari. Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

O Vale do Taquari e o Vale do Caí têm as situações de alagamento mais críticas no Rio Grande do Sul até o momento e mais de 2,5 mil pessoas precisaram deixar suas casas. Em Lajeado, há 300 desabrigados e 400 desalojados, e em São Sebastião do Caí, são 160 desabrigados e 1,7 mil desalojados. Os dados são do último boletim da Defesa Civil, publicado às 11h desta sexta-feira (10).

As duas cidades registram enchentes por conta da cheia dos rios Taquari e Caí, respectivamente. Em São Sebastião do Caí, choveu em torno de 180 milímetros desde o início de julho, enquanto a média para o mês é de 160mm. Em Lajeado, a chuva também foi de cerca de 180 milímetros, ante média de 148 milímetros. O volume foi medido do dia 1° de julho até esta sexta-feira (10).

No total, 1.210 pessoas estão desabrigadas e 3.375 estão desalojadas nas 29 cidades gaúchas afetadas pela chuva. Há, também, relatos de danos em 436 edificações, de acordo com levantamento da Defesa Civil. Duas pessoas morreram, em Caxias do Sul e em Colinas, em decorrência do temporal.

O governador Eduardo Leite sobrevoou, no final da manhã desta sexta-feira (10), a região atingida pela cheia do rio Taquari. Ele visitou desalojados em Lajeado, no Parque do Imigrante, e recebeu demandas de prefeitos das cidades atingidas pela enchente. A Defesa Civil do Estado encaminhou colchões, travesseiros, cobertores, máscaras, luvas descartáveis, protetores faciais e frascos de álcool em gel e sabonete líquido para os afetados.

📰 Receba as notícias do Agora no seu WhatsApp e Telegram
Notícias relacionadas