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Terapeuta é preso por suspeita de abusar sexualmente de pacientes

Um terapeuta foi preso preventivamente nesta segunda-feira (29), em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, por suspeita…

Um terapeuta foi preso preventivamente nesta segunda-feira (29), em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, por suspeita de abusar de pacientes.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas que relataram terem sido submetidas à “terapia sexual”. A prisão de Rogério Pizzato foi realizada após registros de ocorrência. “Crime envolvendo violência sexual praticados pelo investigado, inicialmente contra duas vítimas, as quais foram pacientes dele”, disse a nota da Polícia Civil.

O suspeito realizava atendimentos particulares de psicoterapia e terapia holística, atendendo majoritariamente em Canoas suas pacientes, além de Porto Alegre. Ainda intitulava-se como palestrante, escritor, professor, atuante com física quântica e a técnica de apometria sistêmica.

“Quando as vítimas informavam que tinham algum problema íntimo de cunho sexual, ele iniciava a aproximação física com as pacientes, evoluindo para o contato sexual. Durante as sessões, o suspeito iniciava com conversas e posteriormente evoluía para contatos físicos com toques no corpo da paciente, aproximando-se a cada sessão, quando sugeria para que elas tocassem nele e fizessem sexo oral nele ou o masturbassem. Em pelo menos uma das pacientes ele evoluiu para a prática sexual com penetração vaginal e anal”, relatou a Polícia Civil em sua nota.

Várias vítimas que fizeram terapia individual com o suspeito também realizaram cursos e participaram de palestras ministradas por ele. “O qual dizia que seus cursos as fariam crescer profissionalmente e render-lhes muito dinheiro.”  Alguns desses pacientes tiveram gastos os quais somam a quantia de cerca de R$ 25 mil.

Em cumprimento de dois mandados de busca e apreensão, foram apreendidos documentos e eletrônicos.

A delegada Clarissa Demartini, titular da especializada e coordenadora da ação, salienta a importância da prisão de hoje.

“Tem um caráter repressivo contra o abusador, bem como serve de incentivo para que outras mulheres se sintam encorajadas a denúncias possíveis abusos sofridos.”

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