Bebê de 10 meses é morto em Erechim e padrasto é o principal suspeito

Conforme a Brigada Militar ele teria sido asfixiado em casa, no bairro Aeroporto. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança.

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Um bebê de 10 meses morreu na noite desta quarta-feira (27), em Erechim, na região Norte do Estado. Conforme a Brigada Militar ele teria sido asfixiado em casa, no bairro Aeroporto. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança.

Conforme a polícia, a mãe chegou ao Hospital Santa Terezinha com o bebê aparentemente inconsciente. Ele tinha ferimentos na região da cabeça. Os médicos tentaram reanimar a criança, mas não obtiveram sucesso. O menino já havia morrido, possivelmente asfixiado.

Diante da situação, a BM foi acionada. Os policiais chegaram ao hospital e questionaram o que havia acontecido com a criança. Ela afirmou que havia saído de casa momentaneamente para comprar leite para o bebê.

A criança teria ficado com o padrasto nesse meio tempo. Quando retornou, a mulher disse à polícia que encontrou o bebê ferido, desacordado sobre a cama. Em seu relato, a mãe apontou ainda que entrou “em desespero”, pegou a criança e pediu ajuda na rua. Um casal que passava pelo local a ajudou, transportando ela até o hospital.

Diante das informações, os policiais foram até a casa onde a família residia para ouvir o padrasto. No entanto, ele se apresentava alterado. O homem, de 42 anos, investiu contra os brigadianos e foi necessário conter o indivíduo. Conforme relato dos policiais, ele estaria embriagado.

O homem foi, então, preso e encaminhado até a Delegacia de Polícia, onde foi ouvido. Ele negou as acusações que teria ferido a criança. Mesmo com a negativa, o homem seguiu preso e foi transferido para o Presídio Estadual de Erechim, onde permanecerá a disposição da Justiça.

Polícia Civil assume investigação

A Polícia Civil investiga o fato. Uma perícia na casa onde ocorreu o suposto estrangulamento deve ser solicitada. Os policiais também requisitaram a peritos do IGP (Instituto-Geral de Perícias) uma necropsia, para identificar a causa da morte do bebê.

A mãe deve ser conduzida para prestar depoimento sobre o caso nesta quinta-feira (28). Os investigadores querem saber se ela teve participação no crime, se realmente saiu para realizar compras, ou se contou a história para criar um álibi.


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