Marchezan fala em reflexos “drásticos” para a economia em webinar do LIDE RS

Depois de fazer um balanço do quadro atual, no País e no exterior, e de lembrar algumas ações previstas para este ano que foram canceladas ou repensadas por falta de investimentos, Marchezan falou sobre as medidas de prevenção ao coronavírus, como o isolamento social, e seus reflexos “drásticos” sobre a economia.

O LIDE RS realizou, nesta quinta-feira (9), webinar ao vivo com o prefeito Nelson Marchezan para falar sobre a gestão de Porto Alegre e as ações em meio à pandemia do Covid-19. Depois de fazer um balanço do quadro atual, no País e no exterior, e de lembrar algumas ações previstas para este ano que foram canceladas ou repensadas por falta de investimentos, Marchezan falou sobre as medidas de prevenção ao coronavírus, como o isolamento social, e seus reflexos “drásticos” sobre a economia.

“Não é possível pensar em prazos neste momento e o melhor plano é o que estamos implementando em Porto Alegre: maior restrição neste início da pandemia e, aos poucos ir conduzindo pequenas restrições, orientadas por pequenos períodos. O mundo inteiro ainda está nesta fase de ampliar restrições e precisamos ficar atentos”, afirma.

O prefeito prevê que muitas empresas do comércio e indústria irão quebrar nos próximos meses e outras terão que se adaptar às transformações que se seguirão à pandemia do Covid-19. Ao mesmo tempo, demonstrou sua atenção com as famílias que estão com dificuldades para suprir suas necessidades básicas de sobrevivência.

“Estamos trabalhando para tentar mudar o futuro destas pessoas. “Muitos estão com falta de alimentação e nossa meta hoje é dar comida para quem tem fome”. A ideia é direcionar recursos públicos mínimos para todas as áreas, agora, e no pós-coronavírus. “O vírus vai continuar entre nós, os grupos de risco terão que ter mais cuidado, daqui para frente”, lembra.

Aos empresários, Marchezan reitera que continua mantendo um canal aberto, recebendo sugestões, analisando estudos e considerando o posicionamento de todos os setores, em um diálogo permanente com a iniciativa privada. Isto vem ao encontro das reivindicações do empresariado gaúcho, como declara o presidente do LIDE RS, Eduardo Fernandez.

“Queremos participar apontando soluções, discordar ou aplaudir as decisões de Estado, relativas às empresas, à preservação de empregos, à normalização da atividade econômica”.