Porto Alegre registra quatro mortes violentas em menos de seis horas

Qualquer informação que leve a resolução dos casos pode ser encaminhada pelos telefones 197 ou 181. O sigilo é garantido pela polícia.

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O sábado foi movimentado para a Polícia Civil e para o Instituto-Geral de Perícias em Porto Alegre. Em menos de seis horas, quatro mortes violentas foram registradas em pontos da cidade.

O primeiro caso foi o encontro de um cadáver humano no bairro Restinga, na zona sul da Capital. A vítima, que seria um homem, estava em um matagal perto da Rua Henrique Vargas. Pelo avançado estado de decomposição, não foi possível determinar a causa da morte no local. O corpo foi recolhido e encaminhado ao DML (Departamento Médico Legal) para necropsia.

Mortes na zona norte

Após essa ocorrência, a Polícia Civil foi chamada, em sequência, por causa de homicídios. Os casos ocorreram nos bairros Farrapos e Sarandi, no outro extremo da cidade, a zona norte.

Por volta das 22h30, a BM foi informada de um tiroteio na rua Josué de Castro, no bairro Sarandi. Quatro homens teriam sido baleados em um tiroteio.

Quando os policiais civis chegaram ao local, dois homens já estavam mortos e outros dois haviam sido socorridos. As causas do tiroteio são desconhecidas. Tanto os mortos quanto os feridos não tiveram as identidades tornadas públicas pelos investigadores.

Cerca de uma hora depois, às 23h30, outro tiroteio ocorreu no bairro Farrapos. Um homem foi alvo de disparos de arma de fogo na rua Frederico Mentz. A BM foi informada do tiroteio por meio de testemunhas, que ligaram para o telefone 190.

Ao chegarem ao local, os policiais militares identificaram que o alvo dos disparos, Guilherme Rodrigues, 21, já não apresentava sinais vitais. A Polícia Civil e o DML foram chamados para periciar a cena do crime.

Nos dois casos de homicídios, a Polícia Civil não tem suspeitos para o crime. No caso da Restinga, os investigadores precisam saber ainda qual foi a causa da morte e a identidade da vítima para avançar com as investigações. Qualquer informação que leve a resolução dos casos pode ser encaminhada pelos telefones 197 ou 181. O sigilo é garantido pela polícia.


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